China e a poluição

Olá, senhores delegados!

Nesse post iremos abordar o tema sobre a poluição do ar na China, assim como seu esforço em desenvolver fontes de energia alternativas que reduzam os decorrentes impactos ambientais.

A China, país em considerável crescimento, não recebeu metas obrigatórias de redução de gases estufa pelo Protocolo de Kyoto (da mesma forma como os demais membros do BRICS), que preferiu estabelecer restrições apenas aos países desenvolvidos. Porém, a China obteve um grande salto industrial e se revelou uma nação com grande potencial econômico, ultrapassando, em pouco tempo, os Estados Unidos em níveis de poluição atmosférica. Sendo assim, tornou-se o país mais poluente do mundo, onde o grau de poluição é tão extremo que 150 milhões de pessoas já foram afetadas no norte do país.

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Felizmente, a China está com grandes metas de redução de emissão de substâncias poluidoras, e para tanto, vem desenvolvendo de maneira intensa o seu setor de energias alternativas, e alcançou, por exemplo, uma tecnologia solar de ponta. Os chineses construíram um complexo tecnológico e industrial com cinco fábricas fotovoltaicas em Baoding, a 158 quilômetros de Pequim, batendo recorde mundial de instalação de placas solares.

As placas chinesas estão sendo produzidas a baixos custos para entrar no setor energético de forma mais competitiva e possibilitar uma maior utilização dessa tecnologia no dia a dia das empresas e das pessoas. Uma quantidade de aproximadamente 60% dessas placas está sendo vendida no comércio internacional, o que também incentiva o investimento local em fontes renováveis e limpas, gerando uma proteção maior ao meio ambiente.

Além da energia solar, a China desenvolveu sua primeira usina de carvão sustentável do país, uma vez que o carvão mineral ainda corresponde a 80% de sua matriz energética. O governo chinês estimula constantemente a modernização de usinas termelétricas, que queimem menos carvão e consigam emitir menos poeira e gases poluentes, como o dióxido sulfúrico.

Com o objetivo de reduzir fortemente a poluição, algumas termelétricas já foram modernizadas e contam com tecnologia de última geração, 50 mil fornos a carvão foram interditados e 6 milhões de automóveis (ditos ineficientes) foram removidos das ruas chinesas. Certamente, hoje também existe um grande incentivo ao plantio e reposição de árvores em larga escala, bem como o uso das fontes solares e eólica, dentre outras energias alternativas.

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Usina Fotovoltaica na China

Desse modo, gostaríamos que os senhores ficassem atentos a essa questão e pensassem na possibilidade de investir em energias mais sustentáveis dentro de seus respectivos países, concentrando todos os esforços para a proteção ambiental e combate à poluição.

Lohana Capanema

Como eu me sinto quando…

Olá delegados,

hoje o post será um pouco diferente e descontraído. Retrataremos aqui algumas situações que podem (ou não) ocorrer durante o MINIONU. E como os senhores provavelmente se sentirão.

QUANDO FALTAM 5 DIAS PRO MINIONU E EU AINDA ACHO QUE NÃO SEI NADA

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QUANDO CHEGO ARRASANDO NA PRIMEIRA SESSÃO

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QUANDO UM DELEGADO FALA DE MIM, MAS EU ME DISTRAIO NESSA HORA E NÃO ESCUTO NADA

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QUANDO UM DELEGADO ME CEDE TEMPO DO NADA SEM EU PEDIR

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QUANDO SOU O PRÓXIMO NA LISTA DE ORADORES…

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…E TÔ MUITO NERVOSO E FAÇO COISAS TIPO

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QUANDO SEU AMIGO PEDE UM GOLE DO REFRIGERANTE QUE VOCÊ CUSTOU A PEGAR NA CERIMÔNIA DE ABERTURA 

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QUANDO CHEGA A HORA DO ALMOÇO

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QUANDO TÔ FAZENDO UM DISCURSO SENSACIONAL, MAS SOLTO UMA PÉROLA BEM NO FINALZINHO…

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… E AI MEUS AMIGOS ME OLHAM ASSIM

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QUANDO ESTÃO FAZENDO UMA PROPOSTA DE RESOLUÇÃO SEM MIM

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QUANDO NÃO SOU RECONHECIDO NO DEBATE MODERADO

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QUANDO VOLTO DO BANHEIRO E JÁ ESTÃO DISCUTINDO OUTRO ASSUNTO…

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…E AI PRA NÃO FICAR EXCLUIDO EU FICO TIPO

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QUANDO SOU ELEITO DELECHATO(A)

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QUANDO O DELEGADO PEDE MOÇÃO PRA ENCERRAMENTO DA SESSÃO NO ÚLTIMO DIA

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Espero que os senhores tenham gostado! E bora fazer a Bey e chorar no último dia porque vamos todos morrer de saudades.

Karoline Costa

El Niño e La Niña

Olá senhores delegados,
nesse post analisaremos características e impactos sobre os fenômenos El Niño e La Niña, com um enfoque sobre o Brasil. Boa leitura a todos!

O QUE É O FENÔMENO EL NIÑO?

EL-NIÑO: Conceitualmente constitui-se do aquecimento anômalo das águas superficiais do setor centro-leste do Oceano Pacífico, predominantemente na sua faixa equatorial. O “El Niño”, que ocorre em intervalos médios de 4 anos e persiste de 6 a 15 meses, é um fenômeno oceânico-atmosférico que afeta o clima regional e global, mudando a circulação geral da atmosfera e tornando-se um dos responsáveis por anos considerados secos ou muito secos.

EFEITOS DO “EL NIÑO” SOBRE O BRASIL

Os efeitos do “El Niño” no Brasil podem causar tanto prejuízos, como benefícios. Entretanto, os danos causados são superiores aos benefícios, por isso, o fenômeno é temido, principalmente, pelos agricultores. Em cada episódio do “El Niño”, é observado na região Sul um grande aumento no volume de chuvas, principalmente no fim do outono, começo do inverno e nos meses de primavera. É possível de se analisar o acréscimo de até 150% na precipitação em relação ao seu índice médio. Isto pode acarretar, nos meses em que acontece a colheita, prejuízos aos agricultores, (principalmente nos setores de produção de grãos). As temperaturas também mudam nas regiões Sul e Sudeste, onde é observado inverno mais ameno na região Sul, e no Sudeste as temperaturas ficam mais altas em relação ao seu valor normal. Todavia, este aumento de temperatura no inverno pode trazer benefícios aos agricultores das regiões mencionadas, pois diminui significativamente a incidência de geadas. No setor leste da Amazônia e na região Nordeste ocorre uma diminuição nas chuvas. Em algumas áreas do Sertão (semi-árido) nordestino, essa diminuição pode alcançar até 80% do total médio do período chuvoso (que na maior parte da Região ocorre de fevereiro a maio). Ressalta-se ainda, que a seca não se limita apenas ao Sertão, ela também pode atingir o setor leste do Nordeste (Agreste, Zona da Mata e Litoral), caso aconteça conjuntamente com o Dipolo Negativo do Atlântico Sul – Dipolo Negativo ou Desfavorável, isto é, quando o Atlântico Sul se encontra com águas mais frias, e o Atlântico Norte com águas mais quentes, que a média histórica. No Nordeste brasileiro, os prejuízos observados em anos de “El Niño” envolvem setores da economia (perdas na agricultura de sequeiro, na pecuária, etc.), oferta de energia elétrica, bem como o comprometimento do abastecimento de água para a sociedade e os animais.

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS OCEÂNICAS E ATMOSFÉRICAS ASSOCIADAS AO FENÔMENO “EL NIÑO”:

  • Sobre o Pacífico Leste, onde há normalmente águas frias, aparecem águas mais quentes do que o normal;
  • Os ventos alísios diminuem sensivelmente sua intensidade;
  • A pressão no setor leste do oceano Pacífico fica abaixo do normal, enquanto que na parte oeste fica com valores acima do normal;
  • A presença de águas quentes e convergência de umidade do ar favorecem a formação de nuvens convectivas profundas sobre o setor centro-leste do Pacífico;
  • A Célula de Walker (circulação atmosférica sentido oeste-leste) modifica-se totalmente ocasionando ar descendente sobre a Amazônia e Nordeste do Brasil;
  • Sobre o Atlântico Equatorial, incluindo o Leste da Amazônia e o Semi-Árido Nordestino, nota-se predominância de um ramo de ar descendente inibindo a formação de nuvens.

O QUE É O FENÔMENO LA NIÑA?

 O fenômeno La Niña, que é oposto ao El Niño, corresponde ao resfriamento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial Central e Oriental formando uma “piscina de águas frias” nesse oceano. Há semelhança ao El Niño, porém com uma maior variabilidade do que este: trata-se de um fenômeno natural, que produz fortes mudanças na dinâmica geral da atmosfera, alterando o comportamento climático. Neste fenômeno, os ventos alísios mostram-se mais intensos que o habitual (média climatológica) e as águas mais frias – que caracterizam o fenômeno – estendem-se numa faixa de largura de cerca de 10º de latitude ao longo do Equador desde a Costa Peruana, até aproximadamente 180º de longitude no Pacífico Central. Observa-se, ainda, uma intensificação da pressão atmosférica no Pacífico Central e Oriental, em relação à pressão no Pacífico Ocidental.

Em geral, um episódio La Niña começa a se desenvolver em certo ano, atinge sua intensidade máxima no final daquele ano, vindo a se dissipar em meados do ano seguinte. No entanto, pode durar até dois anos.

Os episódios La Niña, algumas vezes, favorecem a chegada de frentes frias até a região Nordeste do Brasil, principalmente no litoral da Bahia, Sergipe e Alagoas.

EFEITOS DO “LA NIÑA” SOBRE O BRASIL

No Brasil este fenômeno causa menos danos que o El Niño, porém alguns prejuízos são registrados em cada episódio. Como conseqüência da La Niña, as frentes frias, que atingem o centro-sul do Brasil, tem sua passagem mais rápida que o normal e com mais força. Como as frentes têm mais força, a passagem pela região Sul e Sudeste também ocorre de forma mais rápida que o normal, conseqüentemente, há uma redução nos índices pluviométricos e a frente alcança o Nordeste do Brasil mais facilmente. Sendo assim, a região Nordeste, principalmente o Sertão e o Litoral Baiano e Alagoano, são afetados por um aumento de chuvas – o que pode ser bom para a região semi-árida, mas causa grandes prejuízos à agricultura. O norte e leste da Amazônia também sofrem um grande aumento no índice pluviométrico.
A precipitação no Nordeste, com La Niña, tende a ser mais abundante no centro-sul do Maranhão e do Piauí, nos meses de novembro a janeiro. Os episódios La Niña podem vir a favorecer a ocorrência de chuvas acima da média sobre o semi-árido do Nordeste, se também é formado um Dipolo Térmico do Atlântico Favorável, ou seja, com a temperatura da superfície do mar acima da média no Atlântico Tropical Sul, e abaixo da média no Atlântico Tropical Norte. Em geral, a circulação atmosférica tende a apresentar características de anos normais na presença de La Niña, mas a distribuição de chuva, de fevereiro a maio, no semi-árido do Nordeste, pode se caracterizar por uma elevada irregularidade espacial e temporal.

Durante os episódios de La Niña, os ventos alísios são mais intensos que a média climatológica. O Índice de Oscilação Sul (indicador atmosférico que mede a diferença de pressão atmosférica à superfície, entre o Pacífico Ocidental e o Pacífico Oriental) apresenta valores positivos, os quais indicam a intensificação da pressão no Pacífico Central e Oriental, em relação à pressão no Pacífico Ocidental.
Na região centro-sul, há estiagem com grande queda no índice pluviométrico, principalmente nos meses de setembro a fevereiro, e no outono as massas de ar polar chegam com mais força. Como conseqüência, o inverno tende a chegar antes, e no outono grandes quedas de temperatura são registradas, principalmente na região sul e em São Paulo.

De acordo com as avaliações das características de tempo e clima, dos eventos de La Niña ocorridos no passado, observa-se que o La Niña mostra maior variabilidade, enquanto os eventos do El Niño apresentam um padrão mais consistente.

ASSIM, OS PRINCIPAIS EFEITOS DE EPISÓDIOS DO LA NIÑA OBSERVADOS SOBRE O BRASIL SÃO:

  • Passagens rápidas de frentes frias sobre a Região Sul, com tendência de diminuição da precipitação nos meses de setembro a fevereiro, principalmente no Rio Grande do Sul, além do centro-nordeste da Argentina e Uruguai;
  • Temperaturas próximas da média climatológica, ou ligeiramente abaixo da média, sobre a Região Sudeste, durante o inverno;
  • Maior chegada das frentes frias até a Região Nordeste, principalmente no litoral da Bahia, Sergipe e Alagoas;
  • Tendência às chuvas abundantes no norte e leste da Amazônia;
  • Possibilidade de chuvas acima da média sobre a região semi-árida do Nordeste do Brasil. Essas chuvas só ocorrem se, simultaneamente ao La Niña, as condições atmosféricas e oceânicas sobre o Oceano Atlântico mostrarem-se favoráveis, isto é, com TSM acima da média no Atlântico Tropical Sul e abaixo da média no Atlântico Tropical Norte.

Outro ponto interessante é que os valores das anomalias de Temperatura da Superfície do Mar (TSM), em anos de La Nina, têm desvios menores que em anos de El Niño, ou seja, enquanto observam-se anomalias de até 4,5ºC acima da média em alguns anos de El Niño, em anos de La Niña as maiores anomalias observadas não chegam a 4ºC abaixo da média.

 Portanto é isso, pessoal! Espero que vocês tenham gostado do esclarecimento das diferenças e semelhanças dos fenômenos El Niño e La Niña, e que usufruem de todo o conhecimento adquirido quando forem debater.

Abraços, e até alguns dias!

Letícia Gasparotto

PROTOCOLO DE KYOTO: METAS ATINGIDAS OU ESTENDIDAS?

Olá, senhores!

Nesse post vamos discutir e analisar a importância do Protocolo de Kyoto, assim como de suas metas e distensões.

O Protocolo de Kyoto (Japão, 1997) foi o resultado de vários encontros e debates realizados sobre as mudanças climáticas e os impactos ambientais decorrentes da ação antrópica, especialmente no tocante ao aquecimento global. Suas metas fundamentais foram direcionadas à redução de emissão de gases que agravam o efeito estufa (como o CO2 e o CH4), principalmente por parte dos países industrializados. Além disso, também estabeleceu formas de crescimento sustentável aos países em desenvolvimento.

O Protocolo expirou em 2012, porém, na COP 18 (Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas), ocorrida no Qatar, na cidade de Doha, teve suas metas estendidas até 2020. O motivo principal de sua prorrogação é que os resultados obtidos foram inferiores ao esperado. Em acréscimo, a não-adesão dos maiores poluidores do mundo (Estados Unidos e China) e a negligência dos países signatários do acordo quanto ao cumprimento dos objetivos continuaram sendo os maiores desafios dos negociadores internacionais.

Contudo, o grupo que se comprometeu com os propósitos do Protocolo foi ainda menor: apenas 36 países assinaram o tratado, sendo que, juntos, eles respondem por aproximadamente 15% do total de emissões de gases estufa de todo o globo.

Outro fator preocupante foi que países como o Japão, Canadá, Nova Zelândia e Rússia se negaram a assinar o prolongamento do tratado, uma vez que não concordam com a ausência de metas destinadas a países emergentes, a exemplo do Brasil, Índia e China, que são grandes poluidores ambientais.

Como uma forma de incentivar a adoção às medidas do documento, a reestruturação do referido Protocolo envolveu um financiamento de US$10 bilhões anuais para que os países industrializados colaborem para enfrentar as mudanças climáticas nas nações em desenvolvimento, propondo projetos sustentáveis.

Em 2020, o Protocolo de Kyoto perderá sua validade e, provavelmente, os países irão se reunir novamente para estabelecer um novo acordo, com objetivos renovados e mais urgentes, tendo em vista o acelerado aquecimento global (entre 3°C a 5°C ao ano contra o aumento de 2°C desejados).

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Assim sendo, até quando a vitalidade do planeta conseguirá esperar pela nossa ação efetiva? É extremamente necessário se comprometer fortemente para solucionar tal questão. Essa é uma das reflexões que esperamos dentro deste comitê.

Lohana Capanema

Brasil: o país que mais causa danos ao meio ambiente

Olá, delegados!

Nesse post iremos mostrar aos senhores como e porquê o Brasil foi considerado o país que mais causa danos ao meio ambiente.

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Adelaide, na Austrália, coloca o Brasil no topo de uma lista de países que mais causam impacto ao meio ambiente no mundo.

A pesquisa Evaluating the Relative Environmental Impact of Countries (Avaliação do Impacto Ambiental Relativo dos Países, tradução livre) foi publicada no jornal científico PloS One e analisou o estado de degradação do meio ambiente em 171 países. O estudo classificou os países em rankings absolutos e proporcionais.

Diversos fatores influenciaram a medição da lista, como as taxas de desmatamento, poluição do ar e da água e a perda da biodiversidade, além das taxas de emissão de carbono e o número de espécies em extinção. A pesquisa também considerou o crescimento populacional e econômico.

Na lista do ranking que considera o impacto ambiental de maneira absoluta, sem medir o tamanho dos territórios e a quantidade de recursos naturais disponíveis, o Brasil aparece no topo da lista como o país que mais causa dano à natureza.

O principal fator que coloca o Brasil nessa posição é o desmatamento. O país é o primeiro no fator de perda de floresta natural e o terceiro em transformação de habitats naturais. O Brasil também é o quarto país com mais espécies ameaçadas e que mais emite carbono na atmosfera, segundo o estudo.

A pesquisa concluiu que países com maior população e fortes economicamente foram os que mais tiveram impacto ambiental absoluto. Brasil, Estados Unidos, China, Indonésia, Japão, México, Índia, Rússia, Austrália e Peru são os dez países que lideram a lista.

É importante se atentar para esse fato tendo em vista o fato de que uma não mudança de postura do país poderia acarretar consequências sérias para o cenário do comitê.

Letícia Gasparotto

O efeito estufa: alguns benefícios e consequências

Olá delegados,

Iremos discutir nesse post um dos assuntos mais recorrentes dentro do tema do comitê: o efeito estufa, mostrando alguns de seus benefícios, assim como suas consequências para o meio ambiente.

Os Benefícios:

 A natureza, independente da ação humana, produz uma cota razoável de CO2, que na atmosfera impede o retorno de parte do calor do sol para o espaço, e garante que tenhamos uma temperatura amena à noite. Do contrário, teríamos noites com temperaturas de 30ºC abaixo das atuais, ou seja, médias sempre abaixo de zero.

As Consequências:

Como consequência disso, o calor fica retido, não sendo liberado ao espaço. O Efeito Estufa dentro de uma determinada faixa é de vital importância, pois, sem ele, a vida como a conhecemos não poderia existir.

O que se pode tornar catastrófico é a ocorrência de um agravamento do Efeito Estufa que desestabilize o equilíbrio energético no planeta e origine um fenômeno conhecido como Aquecimento Global. O IPCC (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas, estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988) no seu relatório mais recente, diz que a maior parte deste aquecimento, observado durante os últimos 50 anos, se deve muito provavelmente a um aumento dos gases do Efeito Estufa.

O aumento da temperatura global também provocaria a multiplicação de ervas daninhas e insetos e a transferência das pragas de clima quente – como a mosca tsé-tsé, que vive no centro da África – para regiões de clima frio. A absorção do excesso de dióxido de carbono faria a vegetação crescer mais rapidamente e retirar mais nutrientes do solo.  Segundo essas projeções, as florestas temperadas só sobreviveriam no Canadá.

Supondo o Efeito Estufa em ação, os cientistas projetaram um cenário de dilúvio: o aquecimento do ar aumenta a evaporação da água do mar, cria um maior volume de nuvens, faz crescer o nível de chuvas e altera o regime dos ventos. Haveria chuvas intensas em áreas hoje desérticas, como o norte da África e o nordeste do Brasil, e faltaria água em regiões férteis, como o meio-oeste dos EUA. O degelo das calotas polares elevaria o nível do mar, inundando ilhas e áreas costeiras. Holanda, Bangladesh, Miami, Rio de Janeiro e parte de Nova York, por exemplo, sumiriam do mapa.

Como os senhores puderam ver, o efeito estufa não é de todo ruim. O problema é o exagero. Atentem-se a isso dentro do comitê.

Letícia Gasparotto

9 dicas para o MINONU 15 anos

Olá senhores,
decidi compartilhar com vocês um pouco do que aprendi nos meus 3 anos como delegada no que diz respeito ao MINIONU como um todo. Darei então, as 9 dicas de ouro!

9) Estudem: leiam o guia, releiam, leiam de novo e de novo. O guia é a base dos estudos de vocês. Ele contém as informações mais importantes sobre o contexto do comitê. Mas isso não quer dizer que ele é a única fonte de pesquisa. Vocês devem procurar muito mais em outras fontes: internet, livros, artigos, filmes, tudo! Nunca se atenham somente a ele.

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8) Fiquem de olho nas mídias do comitê: o blog, a página e o grupo são ferramentas importantíssimas, tanto de integração quanto de informação. As mídias sociais têm um papel cada vez mais importante e não é aqui que isso seria diferente. Pelo contrário, talvez sejam mais importantes que em vários outros contextos.

7) Perguntem: nós da equipe COP estamos trabalhando com o tema há um tempo, então estamos de prontidão para responder quaisquer dúvidas que surjam sobre o tema. Não se acanhem, delegados! Estamos aqui para ajudá-los (tudo com limite, claro!).

6) Não tenham medo de falar em público: muitos acham que isso é um bicho de sete cabeças, mas não é! Já estive num comitê em que um delegado com problemas de fala soube discursar de forma excelente. Somos todos estudantes e temos o direito de errar, o importante é participar e defender o seu país.

5) Tomem notas durante o debate: isso é de extrema ajuda, tanto na hora de rebater aquele delegado que lhe fez uma pergunta ou na hora de colocar alguém contra a parede. Ou também para simplesmente para ter uma base do que você irá falar. E não tenham vergonha de ler, caso necessário.

4) Atenção ao vestuário: o ambiente é claramente diplomático e sério. Nada de saias curtas ou roupas informais. O visual é uma parte importantíssima para dar ao evento seu devido respeito e porte, então cuidado! Deem uma olhada no post do CLEA 2003, ele dará uma ajuda nessa parte (http://minionu15anosclea2003.wordpress.com/2014/09/16/com-que-roupa-eu-vou/).

3) Evitem decorebas: saber nome de presidente, hino nacional, língua local, área e PIB podem eventualmente agregar valor ao personagem. No entanto, não ajudam na discussão. Não se atenham a isso, mas sim ao tema que estamos estudando.

2) Façam amigos: o MINIONU é uma ótima oportunidade de conhecer pessoas inteligentes, divertidas e legais. Converso até hoje com alguns delegados que eram do meu comitê em 2011 e com alguns outros que conheci ao longo das minhas participações.

1) Divirtam-se: parece tudo muito sério (e é), mas também existe espaço pra diversão. Descontrair torna a atmosfera mais leve e deixa os senhores mais confortáveis.

Garanto a vocês, vale muito a pena “perder” o feriado de outubro pra participar dessa coisa incrível que é o MINIONU. E esse ano será ainda mais especial devido à comemoração de 15 anos. Aproveitem ao máximo, pois ao final vocês estarão assim:

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(Sim, essa sou eu. Com depressão pós-MINIONU no meu primeiro ano. TRISTE.)

Brincadeiras à parte, tirem o máximo possível dessa experiência. É sensacional.

Karoline Costa

Página oficial do comitê Conferência das Partes 2030 – Os desafios da sustentabilidade de nosso planeta, presente no 15° MINIONU.

CLEA 2003 – MINIONU 15 ANOS

Conselho da Liga dos Estados Árabes - Reunião emergencial sobre a crise no Iraque

COP 2030 MINIONU 15 Anos

Página oficial do comitê Conferência das Partes 2030 - Os desafios da sustentabilidade de nosso planeta, presente no 15° MINIONU.

UNODC - MINIONU 15 Anos

Blog Oficial do UNODC - MINIONU 15 Anos

UNCED 1992

MINIONU 15 ANOS

Organização para Segurança e Cooperação na Europa 2015 - MINIONU 15 ANOS

Endereço Oficial do Comitê da Organização para Segurança e Cooperação na Europa no MINIONU 15 Anos da PUC Minas

OEA - MINIONU 15 ANOS

Revisão de 03 Objetivos do Milênio para contexto indígena

FOCAC, 2006 - MINIONU 15 ANOS

Fórum de Cooperação China e Africa, comitê MINIONU 15 anos

CSNU (2011) - 15º MINIONU

Blog del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas - 15º MINIONU

CSNU & CPSUA - MINIONU 15 ANOS

8º Encontro Consultivo do Conselho de Segurança das Nações Unidas e do Conselho de Paz e Segurança da União Africana- Intervenção e reconstrução da Somália

CPAR 2007

Conferência de Paris de 2007 sobre Crianças-Soldado

CGP 421 a.C. - MINIONU 15 ANOS

As negociações de paz do Tratado de Nícias